Mercados – 13 de Novembro

Mercados

Fonte: Infomoney

As bolsas europeias abriram em leve baixa nesta sexta-feira (13), enquanto os mercados futuros americanos têm leves altas, ajustando o otimismo após um início de semana marcado por altas impulsionadas pela divulgação de testes das farmacêuticas Pfizer e BioNTech, que indicam 90% de eficácia da vacina que desenvolvem conjuntamente.

Nos Estados Unidos, o número de novas contaminações diárias continua a bater recordes. Na quinta-feira, foram registrados 163.405 novos casos, segundo dados compilados pelo jornal americano The New York Times. Além disso, não há sinais de que republicanos e democratas estejam se aproximando de um acordo para um novo pacote de estímulos à economia antes do fim do ano.

O índice S&P 500 Futuro tem alta de 0,52%; o Nasdaq Futuro tem alta de 0,63%; o Dow Jones Futuro sobe 0,41%.
Na Europa, economias importantes como França, Reino Unido e Alemanha implementam novos lockdowns, com diferentes níveis de abrangência.

Nas bolsas europeias, ações de empresas de petróleo e gás, associadas à expectativa de “volta à normalidade” lideram as quedas pela manhã, com quedas de mais de 1,2%.

O índice Eurostoxx tem queda de 0,17%; o Dax, da Alemanha, cai 0,07%; o FTSE 100, do Reino Unido, cai 0,41%; o CAC 40, da França, sobe 0,21%; o FTSE MIB, da Itália, sobe 0,31%.
A manhã também é marcada pela notícia de que o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, é considerado também vencedor no estado do Arizona, agora pelo jornal The New York Times e pela CNN. Dessa maneira, Biden acumula 290 colégios eleitorais, 20 a mais do que o necessário para garantir a eleição presidencial.

Não há um órgão centralizado responsável por declarar um vencedor no país, por isso os resultados são tradicionalmente declarados pela imprensa. Na madrugada, veículos importantes afirmaram que a contagem no Arizona indica vitória de Biden.

Com a vitória de Biden no Arizona, o atual presidente, o republicano Donald Trump, tem um argumento mais fraco para questionar o resultado da Eleição na Justiça. Até o momento, ele não reconheceu a vitória de seu opositor.
Na Ásia, as bolsas fecharam em baixa em sua maioria, com os mercados receosos quanto ao impacto na economia de uma nova aceleração de contaminações por covid. No Japão, o número de novas contaminações diárias atingiu um recorde na quinta-feira, de 1.660 casos.

O índice Nikkei, do Japão, fechou em queda de 0,53%; o Hang Seng Index, de Hong Kong, teve queda de 0,05%; o Kospi, da Coreia do Sul, subiu 0,74%; o índice Shanghai, da China, teve queda de 0,86%.

Mercados 12 de novembro

Mercados

Fonte: Infomoney

Bolsas europeias e índices futuros dos EUA caem após alta de techs na véspera e com investidores monitorando alta dos casos de coronavírus

As bolsas europeias e os índices futuros americanos registram queda nesta quinta-feira (12). Na véspera, o Nasdaq subiu cerca de 2% com a alta das ações de tecnologia em um movimento de recuperação após duas quedas, mas o Dow Jones fechou praticamente estável.

Vale ressaltar que, no começo da semana, os mercados apresentaram otimismo com resultados de testes da vacina desenvolvida por Pfizer e BioNTech indicando cerca de 90% de eficácia em barrar a contaminação pelo coronavírus. Com isso, as ações da chamada “velha economia”, como petrolíferas e de indústria, subiram forte, enquanto as de techs, que já subiram forte no acumulado do ano, tiveram queda nos dois primeiros pregões da semana, recuperando-se parcialmente na sessão da véspera.

Nesta sessão, o índice Eurostoxx tem queda de 0,67%; o Dax, da Alemanha, cai 0,84%; o FTSE 100, do Reino Unido, cai 0,77%; o CAC 40, da França, cai 0,79%; o FTSE MIB, da Itália, cai 0,52%.

O movimento na Europa ocorre apesar de dados preliminares indicarem uma alta recorde de 15,5% da economia do Reino Unido no terceiro trimestre, que permanece 9,7% inferior ao seu nível em dezembro de 2019. Os investidores seguem monitorando o aumento de casos de coronavírus no Velho Continente e nos EUA.

Na Europa, países como França, Reino Unido e Alemanha implementam novos lockdowns. Nos sete dias terminados na terça-feira (10), os Estados Unidos registraram uma média de 121.153 novos casos diários, um recorde. É um patamar 33% maior do que a média dos sete dias imediatamente anteriores. Cidades como Nova York e San Francisco anunciaram novas restrições econômicas para tentar barrar o vírus.

Nos Estados Unidos, o índice S&P 500 Futuro tem queda de 0,41%; o Nasdaq Futuro tem baixa de 0,32%; e o Dow Jones Futuro cai 0,45%.

Há também expectativa de novos sinais positivos sobre o desenvolvimento de uma vacina. Na quarta-feira à noite, a farmacêutica Moderna anunciou que testes de fase três haviam acumulado casos o suficiente de contaminação pelo coronavírus para enviar os resultados preliminares a uma junta independente de monitoramento.

A maior parte das bolsas asiáticas teve tendência de queda, com o mercado calibrando o otimismo sobre o potencial de vacinas para trazer as economias mundiais de volta à normalidade.

Após o otimismo no início da semana, o noticiário levanta questões sobre os desafios logísticos de garantir acesso a bilhões de pessoas à vacina, que se somam às notícias sobre aceleração da propagação do vírus e adoção de restrições de mobilidade em economias importantes.

Ações de empresas que se saem bem quando a população permanece em casa, dos setores de compras pela internet ou comunicação pessoal, por exemplo, tiveram alta em detrimento de ações de empresas associadas à volta da normalidade.

A exceção foi o índice Nikkei, do Japão, que teve alta apesar de um relatório apontar queda de pedidos de maquinário em setembro, indicando menor investimento das empresas.

O Hang Seng Index, de Hong Kong, fechou em queda de 0,22%; o Kospi, da Coreia do Sul, teve queda de 0,41%; o índice Shanghai, da China, teve queda de 0,11%. E o índice Nikkei, do Japão, teve alta de 0,68%.

plugins premium WordPress