EUA confirmam eficácia da vacina de dose única da J&J Imunizante desenvolvido pela Johnson & Johnson se mostrou ainda eficaz contra as novas variantes do coronavírus, diz agência reguladora americana. Vacina deve ser aprovada em breve no país.
Alemanha condena ex-agente de Assad por tortura Em julgamento histórico, o primeiro no mundo sobre tortura patrocinada pelo regime sírio, ex-agente do serviço secreto é condenado a quatro anos e meio de prisão por cumplicidade em crimes contra a humanidade.
EUA: agentes que asfixiaram homem negro nem serão julgados Daniel Prude foi detido, teve um capuz colocado em sua cabeça até perder a consciência e morreu uma semana depois. Júri popular decide que agentes não devem ir a julgamento.
Última estátua de Franco em solo espanhol é removida Em “dia histórico” para a Espanha, monumento em homenagem ao ditador fascista é retirado do enclave de Melilla. Partido de extrema direita foi o único a votar contra a remoção.
A guinada intervencionista de Jair Bolsonaro na Petrobras (entre outras estatais) selou o fim do casamento de conveniência do Planalto com o mercado financeiro —um apoio que vinha desde a campanha para eleger o ultradireitista, em 2018. As promessas do presidente de que não vai mexer na política de preços da companhia, enquanto critica duramente a alta de preços, provocaram um terremoto. Desde a última sexta-feira, as ações da Petrobras despencaram e a estatal registrou perdas de 100 bilhões de reais em valor de mercado. Nesta terça, o conselho de administração da empresa se reúne e pode deliberar sobre a substituição de Roberto Castello Branco pelo general da reserva Joaquim Silva e Luna, mas a turbulência ainda não ainda tem data para acabar. Heloísa Mendonça e Regiane Oliveira conversaram com especialistas que veem nas declarações e ações do presidente uma estratégia pela reeleição em 2022.
Em meio à crise da Petrobras, o ministro da Economia, Paulo Guedes, resolveu se calar e dedicar-se à aprovação da PEC Emergencial, para bancar a extensão do auxílio emergencial —outro assunto cercado de controvérsias. Nesta edição, a colunista Monica de Bolle apresenta uma proposta para o financiamento do programa. “O mínimo de humanidade que precisamos resgatar é o senso de empatia com as dezenas de milhões de pessoas que precisam desses trezentos reais para ontem”, afirma De Bolle.
Nesta terça-feira, estreia na Netflix o documentário Pelé, que narra a história do ex-jogador durante seu auge esportivo, explorando os conflitos pessoais e políticos do ex-craque, em especial sua relação com a ditadura ―tudo comentado pelo próprio Rei do Futebol. Diogo Magri conta que a produção fez o jogador falar, pela primeira vez de forma tão longa, sobre ditadura, tortura e o uso do futebol ―e dele próprio ―como propaganda do regime militar. “Pelé não jogou a Copa de 70 para ajudar a ditadura, apesar de os generais terem roubado até a sua alma em flashes maquiavélicos de propaganda. O 10 do Santos jogou aquele mundial para provar que era sim o maior da história”, escreve Xico Sá, para quem o Brasil cobra demais de Pelé.