12 de novembro na história

#hojenahistoria

1906: 14-bis volta a voar, desta vez percorrendo uma distância de 220 metros em 21,5 segundos

1927: Holland Tunnel abre como primeira via para automóveis cruzando o rio Hudson entre Nova Jersey e Nova York

1970: O ciclone de Bhola, ao atingir a terra firme na costa leste do Paquistão, torna-se o ciclone tropical mais mortal da história

1975: As Ilhas Comores são admitidas como Estado-Membro da ONU

1979: Crise dos reféns americanos no Irã: em resposta à situação dos reféns em Teerã, o presidente norte-americano Jimmy Carter interrompe todas as importações de petróleo do Irã nos EUA

1980: A sonda espacial da NASA, Voyager I, se aproxima de Saturno e tira as primeiras imagens de seus anéis

1981: Programa de ônibus espaciais: a missão STS-2, utilizando o ônibus espacial Columbia, marca a primeira vez que uma espaçonave tripulada é lançada duas vezes no espaço

1990:
> O príncipe herdeiro Akihito é formalmente instalado como imperador Akihito do Japão, tornando-se o 125° monarca japonês
> Tim Berners-Lee, um físico britânico, cientista da computação e professor do MIT, publica uma proposta formal para a World Wide Web

1993: Última unidade do Chevrolet Chevette sai da linha de montagem

1996: Um Boeing 747 da Saudi Arabian Airlines e um avião de carga cazaque Ilyushin II-76 colidem no ar perto de Nova Deli, na Índia, matando 349 pessoas; a colisão aérea no ar mais mortal até hoje

2001: Avião da American Airlines cai no bairro do Queens, em Nova York, matando os 260 passageiros e tripulantes, além de outras cinco pessoas no sol

Mercados 12 de novembro

Mercados

Fonte: Infomoney

Bolsas europeias e índices futuros dos EUA caem após alta de techs na véspera e com investidores monitorando alta dos casos de coronavírus

As bolsas europeias e os índices futuros americanos registram queda nesta quinta-feira (12). Na véspera, o Nasdaq subiu cerca de 2% com a alta das ações de tecnologia em um movimento de recuperação após duas quedas, mas o Dow Jones fechou praticamente estável.

Vale ressaltar que, no começo da semana, os mercados apresentaram otimismo com resultados de testes da vacina desenvolvida por Pfizer e BioNTech indicando cerca de 90% de eficácia em barrar a contaminação pelo coronavírus. Com isso, as ações da chamada “velha economia”, como petrolíferas e de indústria, subiram forte, enquanto as de techs, que já subiram forte no acumulado do ano, tiveram queda nos dois primeiros pregões da semana, recuperando-se parcialmente na sessão da véspera.

Nesta sessão, o índice Eurostoxx tem queda de 0,67%; o Dax, da Alemanha, cai 0,84%; o FTSE 100, do Reino Unido, cai 0,77%; o CAC 40, da França, cai 0,79%; o FTSE MIB, da Itália, cai 0,52%.

O movimento na Europa ocorre apesar de dados preliminares indicarem uma alta recorde de 15,5% da economia do Reino Unido no terceiro trimestre, que permanece 9,7% inferior ao seu nível em dezembro de 2019. Os investidores seguem monitorando o aumento de casos de coronavírus no Velho Continente e nos EUA.

Na Europa, países como França, Reino Unido e Alemanha implementam novos lockdowns. Nos sete dias terminados na terça-feira (10), os Estados Unidos registraram uma média de 121.153 novos casos diários, um recorde. É um patamar 33% maior do que a média dos sete dias imediatamente anteriores. Cidades como Nova York e San Francisco anunciaram novas restrições econômicas para tentar barrar o vírus.

Nos Estados Unidos, o índice S&P 500 Futuro tem queda de 0,41%; o Nasdaq Futuro tem baixa de 0,32%; e o Dow Jones Futuro cai 0,45%.

Há também expectativa de novos sinais positivos sobre o desenvolvimento de uma vacina. Na quarta-feira à noite, a farmacêutica Moderna anunciou que testes de fase três haviam acumulado casos o suficiente de contaminação pelo coronavírus para enviar os resultados preliminares a uma junta independente de monitoramento.

A maior parte das bolsas asiáticas teve tendência de queda, com o mercado calibrando o otimismo sobre o potencial de vacinas para trazer as economias mundiais de volta à normalidade.

Após o otimismo no início da semana, o noticiário levanta questões sobre os desafios logísticos de garantir acesso a bilhões de pessoas à vacina, que se somam às notícias sobre aceleração da propagação do vírus e adoção de restrições de mobilidade em economias importantes.

Ações de empresas que se saem bem quando a população permanece em casa, dos setores de compras pela internet ou comunicação pessoal, por exemplo, tiveram alta em detrimento de ações de empresas associadas à volta da normalidade.

A exceção foi o índice Nikkei, do Japão, que teve alta apesar de um relatório apontar queda de pedidos de maquinário em setembro, indicando menor investimento das empresas.

O Hang Seng Index, de Hong Kong, fechou em queda de 0,22%; o Kospi, da Coreia do Sul, teve queda de 0,41%; o índice Shanghai, da China, teve queda de 0,11%. E o índice Nikkei, do Japão, teve alta de 0,68%.

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