Como as mulheres de São Paulo usam a cidade? Uma análise a partir da mobilidade por bicicleta

Por Marina Kohler, Letícia Lindenberg e Paula Freire

Resumo
Os padrões de mobilidade urbana masculinos e femininos são muito diferentes: mulheres são o maior grupo a andar de transporte público e a caminhar, mas correspondem a apenas 12% dos ciclistas em São Paulo, Brasil. Para compreender essas diferenças, estudos em mobilidade urbana têm diferenciado seus resultados segundo o gênero inclusive em relação ao uso de bicicleta. Este artigo analisa resultados de pesquisas quantitativas e qualitativas, e relaciona os padrões de uso da bicicleta por mulheres ligados a questões culturais, especialmente ao uso e circulação femininos em espaços públicos, e à relação histórica entre a domesticidade e o trabalho reprodutivo.

 

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Compras em dólar no cartão? É possível travar a cotação para evitar surpresas

Por Téo Takar

Em tempos de dólar em alta, usar o cartão de crédito para despesas no exterior é um risco. Na maioria dos bancos, o único jeito de amenizar a disparada do dólar é antecipar o pagamento. Mas duas instituições oferecem uma espécie de “trava” cambial para as compras fora do país: a Caixa Econômica Federal e o Nubank.

O Itaú também possui uma alternativa, mas é diferente dessa, com mecanismo semelhante a um cartão pré-pago.

Como funciona na Caixa

Na Caixa, a conversão do dólar para o real é feita com base na taxa do dia da despesa. Porém, o cliente precisa informar o banco, na hora de liberar o cartão para uso internacional (pela internet, central de atendimento ou nas agências), que deseja utilizar essa forma de conversão das despesas.

Como funciona no Nubank

O Nubank adota o mecanismo automaticamente. No entanto, a fintech não considera exatamente o dia da compra para fazer a conversão, mas a data de processamento da operação no cartão, que pode ocorrer até sete dias úteis após a realização da despesa.

Medida evita sustos, avalia especialista

“É um mecanismo muito favorável para o consumidor, pois evita sustos caso o dólar dispare entre a data da compra e o vencimento da fatura”, afirmou Mauro Calil, fundador da Academia do Dinheiro e especialista em investimentos do Banco Ourinvest.

Apenas em agosto, o dólar turismo subiu 10%. Por exemplo, quem realizou uma compra de US$ 1.000 no cartão no início daquele mês e pagou a fatura 30 dias depois, gastou cerca de R$ 4.300.

Se tivesse optado pela trava no dia da compra, a despesa ficaria em torno de R$ 3.900. Ou seja, uma diferença de R$ 400 por causa da variação cambial.

“Muitas pessoas já têm o costume, antes de fazer uma compra em dólar, de calcular quanto aquela despesa será em reais, considerando a taxa de câmbio do dia. Por isso, a trava cambial no cartão é muito conveniente”, disse Calil.

Fonte: Uol Investimentos
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

 

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