Corruption Perceptions Index 2019

By Transparency International

Brazil
Corruption remains one of the biggest impediments to economic and social development in Brazil. With a score of 35, Brazil remains stagnated, with its lowest CPI score since 2012. After the 2018 national elections, which were strongly influenced by an anti-corruption agenda, Brazil experienced a series of setbacks to its legal and institutional anticorruption frameworks. The country also faced difficulties in advancing wide-ranging reforms to its political system. Setbacks included a Supreme Court  injunction that virtually paralysed Brazil’s anti-money aundering system25 and an illegal inquiry that secretly targeted law enforcement agents. Ongoing challenges include growing political interference with anti-corruption institutions by President Bolsonaro, and congressional approval of legislation that threatens the independence of law enforcement agents and the accountability of political parties.

2019_CPI_Report – EN – (pdf)

We just released our latest Corruption Perceptions Index (CPI) and the results for most countries are disappointing. 

Not only are more than two-thirds of countries – along with many of the world’s most advanced economies – stagnating, some are seriously backsliding.

There are worrying signs of both amongst G7 countries. The United States, for example, has received its lowest score in eight years. Canada has dropped out of the top 10, while France and the UK both score lower than last year.

Elsewhere, Nicaragua, Malta, Turkey and Liberia are all moving sharply down the index.  In the last eight years, only 22 countries have shown significant improvement on the CPI, while almost as many have declined. More than 130 countries have made little to no progress in tackling corruption.

With the release of the index, we additionally looked into the link between corruption and money in politics, including the impact of campaign finance regulations and how money influences decisionmaking.

Boletim JPE 23_01_2020 | China e o coronavírus – Avaliação Bolsonaro

A atualização dos números do coronavírus que está afetando a China, trouxe um cenário de preocupação. E está levando os analistas a adotarem um tom cauteloso sobre os impactos que a doença terá sobre a economia chinesa.

Com o objetivo de estancar a disseminação do 2019-nCoV, o governo chinês colocou duas cidades em quarentena (Wuhan e Huanggang), cancelando o transporte público e interditando estradas.  A ação tem como objetivo evitar que as pessoas saiam dos locais onde a doença foi detectada. 

O temor de uma escalada pode resultar no cancelamento do feriado do ano novo lunar, neste dia ocorre um grande deslocamento da população para encontrar familiares. Tal decisão, no entanto, afetaria de forma significativa o 1ºT20 da atividade econômica chinesa.

Nos EUA haverá a divulgação dos números de pedidos de auxílio desemprego. Na zona do euro as atenções estarão no indicador de confiança do consumidor e a decisão de política monetária do BCE. 

A melhora da avaliação do governo Bolsonaro conforme dados da pesquisa realizada pela CNT (Confederação Nacional dos Transportes) foi bem recebida pelo mercado. A popularidade presidencial é uma das variáveis que contribuem com o avanço das reformas estruturais. 

Reforçando esta percepção, em entrevista ao jornal O Globo, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) local onde se iniciam os tramites das propostas, relatou que está otimista com o andamento das reformas. Ressaltou também a importância da reforma tributária, cujos impactos podem contribuir com o crescimento do PIB.   

Boletim Econômico

 

Por José Carmo

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