The Future of Wealth Management

A CEO Agenda

By Anna Zakrzewski, Joseph Carrubba, Dean Frankle, Andrew Hardie, Michael Kahlich, Daniel Kessler, Martin Mende, Tjun Tang, and Andre Xavier

From Boston Consulting Group

Preface

The wealth management industry is over 200 years old. Yet for most of that history, providers have operated according to the same general playbook. It took the massive digital and regulatory disruption of the past 20 years to begin shaking up industry business models, and evidence suggests that most providers have moved slowly, with many still adhering to traditional ways of private banking.

Among the major obstacles to change are fear of losing key relationship managers (RMs) and clients, a belief that the high-touch model is crucial to success, and the ten-year bull market, which shielded players from having to make tough decisions sooner. Despite a significantly larger asset and client base, however, the industry’s profit pool remains about the same as it was more than a decade ago, having reached just $135 billion in 2019 compared with $130 billion in 2007.

Mercados 07.01.2021

Mercados

Fonte: Infomoney

Apesar de invasão do Capitólio, bolsas mundiais têm altas após confirmação da vitória de Biden e vitória democrata para o Senado

Os índices futuros americanos sobem, e as bolsas europeias têm em sua maioria altas nesta quinta-feira (7), marcada pela confirmação formal pelo Congresso americano da eleição do democrata Joe Biden como presidente dos Estados Unidos. No dia anterior, manifestantes a favor do atual presidente Donald Trump entraram em confronto com a polícia e invadiram o Capitólio, prédio do Legislativo americano, fazendo com que o processo de confirmação fosse temporariamente interrompido. Quatro pessoas morreram.

Também na quarta, a imprensa confirmou a eleição de dois senadores democratas pelo estado da Geórgia, o que deve garantir ao partido de Biden o controle do Senado, em adição à Câmara. Não há um órgão eleitoral centralizado nos Estados Unidos, por isso o resultado das eleições é tradicionalmente anunciado pela imprensa com base na contagem de votos realizada pelos estados.

Redes de notícias anunciaram que o democrata Jon Ossoff venceu a disputa contra o republicano David Perdue, e o democrata Raphael Warnock venceu a disputa contra a democrata Kelly Loeffler. Com a vitória dos dois assentos referentes ao estado da Geórgia, democratas ficam com 50 vagas no Senado, e republicanos com outras 50. Nessa situação, caberá à vice-presidente eleita Kamala Harris o voto de minerva, que deve garantir aos democratas o controle sobre o Senado.

As projeções sobre a vitória democrata foram anunciadas no momento em que um grupo de centenas de apoiadores do atual presidente, Donald Trump, invadiu o Capitólio, prédio que serve como centro do poder Legislativo nos Estados Unidos. Em um comício mais cedo, Trump havia instado seus apoiadores a marcharem no Congresso. Por volta de 13h, manifestantes romperam barreiras levantadas ao redor do Capitólio e entraram em choque com policiais, que alguns chamavam de “traidores”. Em cerca de 90 minutos, foram capazes de chegar ao centro do Legislativo. No Capitólio, congressistas realizavam a contagem de colégios eleitorais, um passo formal para confirmar a vitória de Joe Biden e Kamala Harris, que devem assumir em 20 de janeiro. Os congressistas foram evacuados pela polícia, assim como o atual vice-presidente, Mike Pence.

Ao todo, quatro pessoas morreram em meio à invasão, dentre elas uma mulher que levou um tiro, cuja identidade ainda não foi revelada. As outras três pessoas morreram devido a emergências médicas, segundo a polícia. Ao menos um policial foi levado a um hospital. Pela noite, o prédio já havia sido evacuado, e o Congresso continuou o processo para confirmar a vitória de Joe Biden, finalizado pela manhã desta quinta-feira. Após a invasão, Facebook e Twitter suspenderam as contas de Donald Trump. Pela manhã desta quinta-feira, o assessor do presidente para redes sociais, Dan Scavino, tuitou uma declaração de Trump sobre a certificação eleitoral.

O presidente em exercício afirmou que, apesar de “discordar totalmente do resultado da eleição”, “haverá uma transição harmoniosa em 20 de janeiro”. “Apesar de isso representar o fim do maior primeiro turno da história presidencial, é apenas o início de nossa luta para Tornar a América Grande de Novo.” No mesmo dia em que o Capitólio era invadido, os Estados Unidos registraram o seu recorde de mortes pelo coronavírus, 3.963. O recorde de novos casos foi registrado no dia 2 de janeiro, 291.384. Apesar da instabilidade, os índices americanos mantiveram tendência de alta. Se, por um lado, o domínio democrata sobre o Congresso abre espaço para a criação de medidas regulatórias sobre os mercados, por outro deve garantir a aprovação de um novo pacote de estímulos à economia.

O índice S&P Futuro tem alta de 0,57%; o Nasdaq Futuro sobe 0,60%; e o Dow Futuro sobe 0,47%.Na Europa, a propagação do coronavírus continua a ser um tema central. Na quarta o Reino Unido registrou 62.322 casos confirmados de covid em um único dia, seu recorde. Foram registradas 1.041 mortes no país, o recorde para o atual período de ressurgência da doença. O índice Eurostoxx sobe 0,33%; o Dax, da Alemanha, sobe 0,47%; o CAC, da França, sobe 0,44%; o FTSE, do Reino Unido, cai 0,13%; e o FTSE MIB, da Itália, mantém-se estável.

Na quarta, Tóquio registrou 2.447 novos casos de covid. Nesta quinta, o primeiro-ministro do Japão declarou estado de emergência na capital e em três áreas adjacentes. A medida valerá de sexta até 2 de fevereiro. A Bolsa de Nova York confirmou na quarta que deixará de listar três gigante de telecomunicações chinesas: China Telecom, China Mobile e China Unicom.

A medida atende a uma ordem-executiva assinada pelo presidente Trump, que afirma que busca impedir que empresas e cidadãos americanos invistam em companhias que seu governo afirma que prestam apoio aos militares chineses. Na segunda-feira, a Bolsa de Nova York havia afirmado que não pretendia deixar de listar as empresas.

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