China’s service sector expanded at a softer rate at the start of 2021, with companies signalling the weakest increase in business activity for nine months. Concurrently, the total amount of new work rose at the softest rate since last August, partly due to a slower increase in export sales, amid reports that customer demand was dampened by the ongoing the coronavirus disease 2019 (COVID-19) pandemic. On the employment front, staffing levels rose only slightly during January. Input costs meanwhile increased at a sharper pace, but prices charged inflation eased to a modest rate.
The headline seasonally adjusted Business Activity Index dipped from 56.3 in December to 52.0 in January, to signal a modest expansion of Chinese business activity. Notably, the reading pointed to a further loss of momentum since November and was the slowest rate of growth recorded over the current nine-month period of expansion. In line with the trend seen for business activity, total new work received by Chinese services companies expanded at a softer rate in January.
Though strong, the latest upturn in sales was the slowest since last August. At the same time, new orders from overseas increased at the weakest pace for three months. According to panel members, higher sales were driven by a further recovery of customer demand and new client wins. However, there were also reports that the recent rise in virus cases globally had weighed on new work at the start of 2021.
Key findings: Business activity expands only modestly amid weaker upturn in sales Staffing levels increase at slower rate Input cost inflation accelerates to second-sharpest since early-2012
Enquanto a pandemia recrudesce, pais divididos entre o medo da covid-19 e o do atraso no aprendizado avaliam se vão mandar seus filhos ou não para a escola, apesar de médicos e especialistas defenderem o retorno às salas presenciais. O dilema é exposto pelo repórter Aiuri Rebello no momento em que começa a volta às aulas de milhões de alunos Brasil afora. Em São Paulo a retomada das atividades presenciais foi a razão de uma guerrilha de liminares entre o Governo do Estado e os sindicatos de professores. “Como sociedade é prioridade voltarmos nossos esforços para que as crianças voltem às escolas”, afirma Marcelo Otsuka, vice-presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.
As primeiras 24 horas da gestão do neobolsonarista Arthur Lira no comando da Câmara dos Deputados foram marcadas por um bate e assopra com a oposição. Afonso Benites explica que, depois de limar os contrários da cúpula da Casa, o parlamentar chegou a um denominador comum e acomodou a oposição Mesa Diretora. O acordo, no entanto, reduziu a participação das mulheres nesses postos estratégicos para o funcionamento da Câmara.
Ainda nesta edição, duas análises escrutinam a chegada de Lira ao posto que controla a agenda legislativa do país. Para o cientista político Cláudio Gonçalves Couto, a eleição do líder do Centrão reflete a inversão da lógica do presidencialismo de coalizão por Jair Bolsonaro, que montou uma base meramente defensiva, pressionado pelas ameaças de impeachment e pelas investigações que o cercam. Até quando o arranjo dura é a grande pergunta. Já Márcio Astrini, do Observatório do Clima, descreve Lira como simpatizante da agenda antiambiental costurada entre ruralistas e Bolsonaro e teme que o parlamentar alagoano coloque em votação projetos que até então vinham sendo brecados por Rodrigo Maia ou pela pandemia.
No mundo, segue a preocupação com as novas cepas e, no México, cientistas não descartam a possibilidade uma cepa local, diferente das detectadas no Brasil e na África do Sul, estar circulando pelo país. Já na Europa, que fecha suas fronteiras para evitar a disseminação das novas variantes, o temor é que as atuais vacinas não sejam eficazes para controlar as mutações do coronavírus. “Se existe algo indubitável é que o mundo precisará de mais vacinas se levarmos as variantes em consideração”, disse Ursula Von der Leyen, presidenta da Comissão Europeia.