Gastos com a 1ª fase do auxilio emergencial – Conselho Fiscal da Republica – Bahia: Toque de recolher

Fonte: Poder360

Governo gastou 4% do PIB com a 1ª fase do auxílio emergencial

ob os efeitos da pandemia, o governo Jair Bolsonaro gastou 4% do Produto Interno Bruto com as 9 parcelas do auxílio emergencial, totalizando R$ 294,7 bilhões.O benefício chegou diretamente a 68,2 milhões de pessoas, o que representa 32,2% da população e cerca de 40% das residências do país. Chamado de coronavoucher por alguns integrantes do governo, o estipêndio foi financiado por meio da emissão da dívida pública, que atingiu R$ 5 trilhões em 2020. O estoque do passivo brasileiro atingiu o nível recorde de 89,3% do PIB. | Link

Fux quer deixar Supremo fora do Conselho Fiscal da República

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Luiz Fux, acha que o Judiciário deve ficar fora do chamado Conselho Fiscal da República, entidade que será criada pela emenda constitucional do pacto federativo. O texto deve ser discutido no Congresso, nas próximas semanas.O Conselho Fiscal tem como objetivo garantir uma análise regular da situação financeira de todos os entes federados. O projeto prevê a participação dos chefes dos Três Poderes, além do TCU (Tribunal de Contas da União) e representantes de governadores e prefeitos. | Link

Rui Costa amplia horário do toque de recolher na Bahia

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), informou neste domingo (21.fev.2021) que ampliou o horário do toque de recolher no Estado para conter o avanço do coronavírus. A medida entrou em vigor no Estado na última 6ª feira (19.fev.2021). Inicialmente, o decreto, assinado na 3ª feira (16.fev.2021), estabeleceu que as pessoas deveriam ficar em casa das 22h às 5h. Agora, segundo o governador, um novo decreto será assinado e estabelecerá que o toque de recolher será agora de 20h às 5h. O novo horário já vale a partir desta 2ª feira (22.fev.2021). A determinação seguirá em vigor até o dia 25 de fevereiro. | Link

Mercados – 22.02.2021

Mercados

Bolsas mundiais têm baixas, com alta dos juros de títulos do Tesouro americano no radar

As bolsas mundiais têm quedas nesta segunda-feira (22). Na semana passada, os índices futuros americanos Nasdaq e S&P 500 interromperam uma série de duas semanas de altas, recuando 0,7% e 1,6%, respectivamente, no acumulado semanal.

Alguns investidores estão temerosos quanto à rápida alta dos juros de títulos do Tesouro americano com vencimento em 10 anos, que subiram 0,14 pontos percentuais na semana passada, indo a 1,34%, o patamar mais alto desde fevereiro de 2020.

A alta dos juros dos títulos do Tesouro reflete a expectativa de recuperação da economia dos Estados Unidos após os efeitos da crise do coronavírus, com a aceleração do ritmo de vacinação e o plano do presidente Joe Biden de lançar um pacote de estímulos no valor de US$ 1,9 bilhão.

Mas essa alta pode ter o efeito colateral de aumentar os custos de endividamento de companhias de alto crescimento, que dependem de empréstimos abundantes. Pode também reduzir a atratividade, comparativamente, do investimento em papéis listados nas bolsas.

Os investidores continuam a acompanhar o noticiário em torno da vacinação pelo mundo, apontado por muitos analistas como um dos principais fatores a determinarem o ritmo da recuperação das economias.

No domingo (21), a Casa Branca afirmou que espera a distribuição de milhões de vacinas cuja entrega atrasou após uma tempestade de inverno prejudicar a logística.

No Reino Unido, o primeiro-ministro Boris Johnson deve detalhar nesta segunda como pretende encerrar as medidas de lockdown gradualmente nos próximos meses, à medida que a distribuição da vacinação mantém um ritmo forte. Espera-se que Johnson foque em dados sobre o avanço da imunização e anuncie a reabertura das escolas em 8 de março.

O índice Stoxx 600, que reúne 600 componentes que representam grandes, médias e pequenas empresas listadas em 17 bolsas europeias, caiu 1,2% mais cedo.

As ações do setor de tecnologia lideraram as quedas, recuando 2,3%. Já os setores de viagem e lazer tiveram alta de 0,6%, contrariando a tendência de baixa.

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, deve realizar uma coletiva de imprensa nesta segunda a respeito do estado atual da pandemia.

Na segunda, as bolsas asiáticas tiveram em sua maioria baixas, após a China manter sua taxa de juros referencial inalterada no final de semana, em 3,85%, em linha com a expectativa de analistas ouvidos pela agência internacional de notícias Reuters. As bolsas chinesas lideraram as perdas na região, enquanto o índice japonês Nikkei 225 contrariou a tendência, com altas.

Além disso, o primeiro-ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, pediu na segunda que o governo americano deixe de implementar aquilo que chamou de “supressão” de empresas americanas de tecnologia, como condição para fazer avançar a cooperação entre os Estados Unidos e a China.

A gestão do ex-presidente americano, o republicano Donald Trump, estabeleceu sanções contra dezenas de empresas chinesas nos últimos três anos, sob a justificativa de defesa da segurança nacional.

A gigante de tecnologia Huawei é uma das empresas mais proeminentes a sofrerem essas sanções, o que contribuiu para que caísse da primeira posição como vendedora de celulares no mundo para o último lugar em 2020.

Wang defendeu que os Estados Unidos removam tarifas e sanções, e “abandonem a supressão irracional do progresso tecnológico da China, criando as condições necessárias para a cooperação entre China e Estados Unidos”.

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