Radar Internacional – 17.06.2021

Radar

Fontes: CNN, Infomoney, Terra Investimentos e Bloomberg | Este texto foi retirado das fontes citadas.

EUA

– O pacote de infraestrutura permanece em foco em Washington em meio ao tour diplomático de Joe Biden. Sem grandes avanços nas conversas entre os partidos, as divergências internas dos democratas ficam claras e indicam que as negociações não estão perto de chegar ao seu fim.

– Um grupo de 21 senadores, que inclui 10 democratas, expressou apoio a um projeto de USD 579 bilhões. No entanto, a proposta gera resistência da ala mais à esquerda do partido de Biden, que defende maiores gastos. Por sua vez, o senador democrata mais moderado, Joe Manchin, cujo voto é essencial, não garante que votaria pelo pacote sem apoio republicano (https://cnn.it/3zxny5b e https://wapo.st/3q0YnDZ).

Biden e Putin

– Na seara diplomática, o encontro entre Joe Biden e Vladimir Putin foi considerado um sucesso tanto por Washington como por Moscou. Sem expectativas de grandes acordos, acabou sendo um passo positivo para as desgastadas relações entre os países (https://on.ft.com/3cKKlks e https://bloom.bg/3wyT7dh).

Inglaterra

– E Boris Johnson enfrenta novos ruídos políticos após vazamento de mensagens nas quais descreve seu secretário de Saúde de maneira ofensiva (https://bloom.bg/3wD3Lzx)

Destaques

EUA

– Em reunião do Fed foi destacado o progresso da vacinação, além do fortalecimento dos indicadores de atividade econômica e emprego

– Fed elevou as expectativas de inflação para 3,4%, indicando alta na taxa de juros em 2023, antes a previsão era apenas para 2024 e aumento da previsão do PIB para 7% neste ano.

Zona do Euro

– Ações da empresa alemã CureVac caíram mais de 45% após testes com sua vacina contra a Covid não atingirem as metas.

No radar de hoje, dados sobre inflação em maio na Zona do Euro.

Ásia

– China anunciou ontem que liberará a exploração de metais industriais de suas reservas naturais como forma de regular o preço das commodities.

– As negociações dos papeis da Next Digital foram pausadas após notícia que cinco de seus diretores, incluindo o editor-chefe e CEO, foram presos pela polícia de Hong Kong por “conluio com um país estrangeiro ou com elementos externos, arriscando a segurança nacional”.

The Economist | June 12th–18th 2021

How green bottlenecks threaten the clean energy business

A great green investment boom is under way, but supply-side problems are underappreciated

As the world economy wakes back up, shortages and price spikes are affecting everything from the supply of Taiwanese chips to the cost of a French breakfast. As we explain this week, one kind of bottleneck deserves special attention: the supply-side problems, such as scarce metals and land constraints, that threaten to slow the green-energy boom. Far from being transitory, these bottlenecks risk becoming a recurring feature of the world economy for years to come because the shift to a cleaner energy system is still only in its infancy. Governments must respond to these market signals, facilitating a huge private-sector investment boom over the next decade that increases capacity. If they don’t, they stand little chance of keeping their promises to reach “net-zero” emissions.

The West is passing up the opportunity of the century

There could be no better advertisement for democracy and free markets than a rapid global vaccination drive

Imagine an investment that would earn a return of 17,900% in four years. Better yet, the initial outlay would be easily affordable. Who on Earth would pass up such an opportunity?

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