Radar Internacional – 26.07.2021

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Créditos: WSJInfomoneyTerra Investimentos e Bloomberg Este texto foi retirado das fontes citadas.

Na seara internacional, as negociações pelo pacote de infraestrutura no Senado americano voltam a ser destaque. Os partidos esperam avançar com a pauta nos próximos dias, mas ainda há divergências sobre o financiamento de transporte público. Se não houver acordo até o meio da semana, o calendário do líder democrata Chuck Schumer — que busca aprovar o projeto na Casa até o recesso parlamentar na segunda semana de agosto — pode ser colocado em xeque. Diante dos obstáculos, parlamentares avaliam a possibilidade de postergar o recesso (https://on.wsj.com/3i3nkMs).

Na diplomacia, as tensões entre os EUA e a China voltam ao destaque. Em comunicado do ministério das Relações Exteriores, Beijing acusou Washington de ser responsável por “impasse” nas relações entre as nações e por criar um “inimigo imaginário” (https://bloom.bg/3eXl7QW).

As conversas acontecem após semanas de tensões em alta, com o polêmico IPO da empresa chinesa Didi na bolsa americana, com os alertas dos EUA e de aliados sobre ataques cibernéticos supostamente realizados pela China e com as sanções de Beijing sobre autoridades americanas. Reiteramos que, apesar da expectativa de atrito contínuo entre os países, não se esperam medidas repentinas ou movimentos voláteis devido à abordagem institucional das relações internacionais no governo Biden.
E o Reino Unido também mostra linha mais dura com a segunda maior economia do mundo ao buscar formas de tirar estatal chinesa de todos os futuros projetos no país (https://on.ft.com/3y7PATJ).

As conversas acontecem após semanas de tensões em alta, com o polêmico IPO da empresa chinesa Didi na bolsa americana, com os alertas dos EUA e de aliados sobre ataques cibernéticos supostamente realizados pela China e com as sanções de Beijing sobre autoridades americanas. Reiteramos que, apesar da expectativa de atrito contínuo entre os países, não se esperam medidas repentinas ou movimentos voláteis devido à abordagem institucional das relações internacionais no governo Biden.
E o Reino Unido também mostra linha mais dura com a segunda maior economia do mundo ao buscar formas de tirar estatal chinesa de todos os futuros projetos no país (https://on.ft.com/3y7PATJ).

Cenário hídrico piora e novembro pode ter esgotamento

cenário

Na nota técnica elaborada pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) há a previsão de que o país enfrente dificuldades para atender a demanda de energia em novembro.

Algumas conclusões e recomendações da publicação

• O crescimento observado das atividades do comércio e serviços, além da manutenção do ritmo elevado da produção industrial, principalmente daquelas voltadas para exportação, resultam em uma expectativa de crescimento da carga superior ao que vinha sendo considerado nos estudos prospectivos anteriores;

• Com relação ao atendimento aos requisitos de potência, observam-se sobras bastante reduzidas no mês de outubro, com o esgotamento de praticamente todos os recursos no mês de novembro;

• O estudo de balanço de potência deve ser aprimorado na próxima revisão do estudo prospectivo, no sentido de melhor representar a capacidade de modulação das usinas hidrelétricas

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