Climate target updates slow as science ramps up need for action

By climateactiontracker.org

Code red: The new IPCC report on climate science has reinforced the absolute urgency of closing the 2030 emissions gap if there is to be any chance of limiting warming to 1.5°C. While people are suffering from ever more severe and frequent impacts of climate change around the globe, and the IPCC has yet again clearly demonstrated the feasibility and urgency of climate change mitigation, action to reduce greenhouse gas emissions continues to lag behind what is
needed – in practically all countries and sectors. International climate finance to support action in developing countries is falling short. Even countries with strong targets are mostly not on track to meet them, while more have failed to bring forward stronger commitments for 2030.

Gap narrowed only slowly: NDC updates submitted so far in 2020–2021 have narrowed the gap to what is needed for 1.5°C only by up to around 4 GtCO2 e, or up to 15%. Of particular concern are governments – Australia, Brazil, Indonesia Mexico, New Zealand, Russia, Singapore, Switzerland and Viet Nam – that have failed to lift ambition at all – they have submitted the same or even less ambitious 2030 targets than they had put forward in 2015. These countries need to rethink their choice. There are still over 70 countries that have yet to submit an updated target.

Mercados & Indicadores – 15.09.2021

Mercados

Futuros americanos avançam após dados sobre inflação mais fracos do que o esperado

Fonte: Infomoney

EUA

Os índices futuros americanos têm leves altas nesta quarta (15).

Na terça, o Dow Jones caiu 0,8%, em meio a temores de investidores quanto ao ritmo de recuperação econômica e as próximas medidas a serem adotadas pelo Federal Reserve. Na segunda, o índice havia tido alta, interrompendo uma sequência de cinco quedas consecutivas. Também na terça, o S&P recuou 0,6%, e o Nasdaq perdeu 0,5%. Foi o quinto dia de perdas consecutivas para o Nasdaq. E em seis dos últimos sete dias o Dow registrou perdas.

O mês de setembro é, historicamente, negativo para as bolsas americanas, que registram em média queda de 0,56% no mês desde 1945, segundo dados da CFRA. Na terça, o Departamento de Emprego dos Estados Unidos divulgou antes da abertura dos mercados uma alta menor do que o esperado para a inflação no país em agosto.

O índice de preços ao consumidor teve alta de 5,3% em relação a um ano antes, e de 0,3% em julho. Quando se excluem alimentação e bebidas, o índice teve alta de apenas 0,1% no mês. A alta ficou abaixo da estimativa, mas ainda assim indica que a inflação está forte nos Estados Unidos.

Papéis ligados à recuperação econômica após a pandemia de Covid tiveram quedas na terça. Este foi o caso dos papéis da United Airlines, que perderam 2,1%; o Bank of America perdeu 2,6%; e a General Eletric recuou 3,9%.

Ásia

As bolsas asiáticas tiveram em sua maioria quedas nesta quarta, com investidores reagindo à divulgação de dados sobre vendas no varejo relativos a agosto na China, que indicaram que as vendas no varejo cresceram em um ritmo muito mais lento do que o esperado, de 2,5%, frente a 7% antecipados por analistas ouvidos pela agência internacional de notícias Reuters.

A produção industrial cresceu abaixo da expectativa, em 5,3% em agosto, frente à expectativa de alta de 5,8%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 1,6%. Ações do setor de cassinos tiveram fortes perdas em meio a temores sobre regulações mais rígidas, após Macau iniciar uma consulta pública sobre jogos. Na China continental, o Shanghai composto recuou 0,17%; no Japão, o Nikkei recuou 0,52%; e na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,15%.

Europa

Na Europa, o índice Stoxx 600 tem uma leve alta, com destaque negativo para ações do setor de viagem e lazer, que têm queda de 1,1%, enquanto que aquelas do setor de petróleo e gás avançam 0,6%. Investidores se mantêm atentos para as eleições de 26 de setembro na Alemanha, que definirá a sucessão da chanceler Angela Merkel. As pesquisas indicam que a disputa está acirrada e o resultado é incerto.

No Reino Unido, a inflação subiu 3,2% em agosto em relação ao mesmo mês do ano anterior, após uma alta de 2% em julho na mesma comparação, de acordo com dados do Escritório para Estatísticas Nacionais. Foi o maior patamar em nove anos. Além disso, o avanço de 1,2 ponto percentual em um mês foi o mais forte desde o início do registro dos dados, em 1997.

Além disso, na terça-feira o Instituto para Finanças Internacionais (IFF na sigla em inglês) afirmou que a dívida global cresceu ao patamar recorde de US$ 300 trilhões no segundo trimestre. Mas a relação entre dívida e PIB recuou pela primeira vez desde o início da pandemia de Covid.
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06:33

Indicadores

Veja os principais indicadores às 6h30 (horário de Brasília):
Estados Unidos
*Dow Jones Futuro (EUA), +0,18%
*S&P 500 Futuro (EUA), +0,25%
*Nasdaq Futuro (EUA), +0,29%
Europa
*FTSE 100 (Reino Unido), +0,07%
*Dax (Alemanha), estável
*CAC 40 (França), -0,26%
*FTSE MIB (Itália), -0,18%
Ásia
*Nikkei (Japão), -0,52% (fechado)
*Shanghai SE (China), -0,17% (fechado)
*Hang Seng Index (Hong Kong), -1,84% (fechado)
*Kospi (Coreia do Sul), +0,15% (fechado)
Commodities e Bitcoin
*Petróleo WTI, +1,18%, a US$ 71,29 o barril
*Petróleo Brent, +1,06%, a US$ 74,38 o barril
*Bitcoin, +2,72% a US$ 47.120,52
*Sobre o minério: **Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian registram queda de 2,94%, cotados a 692,5 iuanes, equivalente hoje a US$ 107,64 (nas últimas 24 horas).
USD/CNY = 6,43

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