Xadrez Verbal

A memória engana, tem durabilidade duvidosa e não é completa. Mesmo assim, não há recordação recente de algum líder de uma potência que tenha, sem intenção, despertado risos ao se pronunciar perante a Assembleia Geral da ONU. Foi o que aconteceu com Donald Trump, ontem. Ele foi o quinto ao microfone, após o secretário-geral da ONU, a presidente da 73ª Sessão da Assembleia Geral, a diplomata equatoriana María Fernanda Espinosa Garcés, o presidente brasileiro, Michel Temer, país que tradicionalmente abre a Assembleia, e do presidente equatoriano, Lenin Moreno. Habitualmente, a representação dos EUA segue a do Brasil, mas não em 2018.

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