Goleiro Bruno e a banalidade da violência - Por Zé Paulo

A foto onde crianças pedem autógrafos para o goleiro Bruno que agora irá defender um time de Minas Gerais, vem causando vários comentários nas redes sociais.
Não quero debater sobre o arcabouço jurídico que assegura a liberdade dele. E sim como banalizamos a violência.
Estou com a percepção de que determinados graus de violência já são “suportáveis” na sociedade.
Num domingo qualquer eu estava zapeando no controle remoto da Tv e acabei parando no Domingo Show do Geraldo Luiz na Record. Lá era realizada uma homenagem ao Marcelo Rezende. Além de contar a trajetória profissional do jornalista, foi mencionado o carinho que as crianças tem por ele. E para demonstrar isto a produção do programa trouxe um vídeo de um garoto no qual ele dizia: " Eu saio correndo da escola para chegar em casa e assistir o Cidade Alerta e ver o Marcelo dizendo Corta pra mim ".
Diante deste exemplo eu fico me perguntando o seguinte. Será que quando expomos nossas crianças a violência de uma forma banal e engraçada. Ou naquelas vezes que comentamos a morte de maneira frívola. Não estamos num certo ponto contribuindo com a formação de adultos que no futuro serão indiferentes a atos violentos?
Afinal, só nos movemos (vestidos de branco) e pedindo paz , apenas quando algum amigo ou familiar é a vitima.
Elisa Samudio? Quem é essa?

Fernando Holiday se descontrola durante entrevista sobre caixa 2

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Paralisação atrasa transporte coletivo: Onde está a lógica?


As pesquisas de mobilidade urbana indicam que pela manhã durante o horário das 05:00 até as 9:30 as pessoas gastam em média duas horas, utilizando o transporte coletivo para se deslocarem da casa para o trabalho na Grande São Paulo. Hoje com a paralisação levaram mais de três horas e meia. Estou tentando lembrar em qual aula de lógica eu faltei, pois não consigo compreender como uma paralisação pode beneficiar quem ficou horas esperando um transporte coletivo.