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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

O STF não deveria ser o guardião da Constituição? - Por Alice Queiroz


 Coincidentemente lendo sobre a Lei de Improbidade Administrativa, nos últimos dias, me deparei com uma citação que dizia: “O direito a um governo eficiente, honesto e zeloso com pelas coisas públicas, tem, nesse sentido, natureza transindividual: decorrendo, como decorre, do Estado democrático, ele não pertence a ninguém individualmente; seu titular é o povo, […] Leia Mais

Fonte:Instituto Liberal                                               

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

O PT e sua incapacidade da autocrítica - Por Luan Sperandio Teixeira


Após o afastamento da presidente Dilma Rousseff, um verdadeiro fracasso para o projeto de esquerda, o PT busca se reorganizar. Afinal, o Governo Dilma acabou, mas o Partido dos Trabalhadores não. Assim, foi aprovado há um tempo um documento intitulado “Resolução sobre conjuntura[1]”, valendo a pena analisar seu conteúdo porque ele tem influenciado a atuação […]  Leia Mais 


Fonte: Instituto Liberal
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

“O essencial von Mises”: um ótimo resumo introdutório


O americano Murray Rothbard (1926-1995), um dos mais influentes autores anarco-capitalistas, foi aluno de Ludwig von Mises na década de 1950, além de participar da criação do Instituto Mises na década de 1980; como aluno, Rothbard absorveu muito das teorias de seu professor e, do mesmo modo, de toda a Escola Austríaca – da qual […] Leia Mais 


Fonte: Instituto Ludwig von Mises
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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Fusões e aquisições também são mecanismos de “destruição criadora” - Por João Luiz Mauad

A cervejaria americana AB Imbev acaba de adquirir, por impressionantes 109 bilhões de dólares, sua concorrente inglesa de origem sul africana SABMiller.  O negócio abrirá as portas do mercado africano à Imbev, além de fortalecer a sua presença na China, onde a SABMiller já tem boa penetração.  Em termos de economia de escala, é praticamente […]
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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Artistas: A categoria mais corrupta da sociedade - Por João Cesar de Melo


Sempre me lembro da primeira vez que tive contato com um artista, Kleber Galveas, pintor capixaba. Fui muito bem recebido. Ouvi dicas sobre materiais, técnicas e estilos, porém, o que mais me marcou foram suas palavras a respeito do papel do artista na sociedade. “O médico salva vidas todos os dias, mesmo assim, poucos vão […]
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Fonte: Instituto Liberal

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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Por que é crucial o governo cortar seus gastos - e por que não fazê-lo é um desastre



Fonte: Instituto Ludwig von Mises
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A S&P também cortou a nota de 31 empresase de 13 instituições financeiras, o que significa que agora essas empresas terão mais dificuldade para conseguir financiamento no estrangeiro — os investidores estrangeiros estarão menos dispostos a comprar seus papeis ou a lhes emprestar dinheiro —, fazendo com que elas tenham de pagar juros maiores.

O país usufruiu esse grau de investimento por 8 anos, mas o perdeu agora em decorrência da bagunça fiscal criada pelo governo nos últimos 5 anos.  Para completar, a total baderna em que se encontra o cenário político do país — citada pela S&P como um dos fatores determinantes para sua decisão — faz com que tudo seja ainda mais difícil de ser resolvido.

Ao passo que, neste ano de 2015, as finanças do governo amargam desastrosos resultados inéditos, a própria equipe econômica do governo já avisou que, para o ano de 2016, o desastre seguirá intacto: haverá um déficit primário de R$ 30,5 bilhões. Como consequência, a dívida bruta do país não pára de subir: estava em 51% do PIB ao final de 2011 e bateu em 65% ao final de julho passado.

Por causa de suas regras internas, vários fundos de pensão estrangeiros são proibidos de comprar papeis classificados como sendo "grau especulativo".  Em tese, a decisão da Standard & Poor's pode gerar uma venda maciça de papeis (do governo e de empresas) brasileiros.  No entanto, dado que as outras duas agências de classificação de risco — Fitch Ratings e Moody's Investors Services — ainda mantêm o grau de investimento do Brasil, o impacto imediato da decisão da Standard & Poor's foi limitado.

Porém, caso as outras duas agências também venham a rebaixar o Brasil, as consequências podem ser devastadoras.
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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Uma análise econômica do controle de preços (I) - Por GABRIEL DIB


 Introdução Esse artigo tem como objetivo mostrar a ineficiência e as consequências negativas das políticas de controle de preços, tendo como base o ponto de vista da Escola Austríaca. Esse trabalho é divido em três partes. Na primeira parte, é realizada uma análise do processo de formação dos preços, opondo a teoria […]
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Fonte: Instituto Ludwig von Mises
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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Socialista de iphone: Além da piada - Por João Cesar de Melo

Gargalhamos automaticamente sempre que vemos líderes e militantes socialistas se utilizando de produtos que simbolizam o capitalismo. Tentando transparecer maturidade ideológica, eles respondem ao nosso deboche dizendo que não são contra a produção desses produtos, mas sim a favor de que todas as pessoas tenham acesso a eles. Será mesmo? Tendo em mente os discursos […]

Fonte: Instituto Liberal

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Socialistas, comunistas e nazistas - por que a diferença de tratamento? - Por Walter Williams



Fonte: Instituto Ludwig von Mises
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Eis uma pergunta: por que os horrores do nazismo são tão bem conhecidos e amplamente condenados, mas não os horrores do socialismo e do comunismo?  Por que se ignora — ou ainda pior: por que se esconde — que as ideias socialistas e comunistas não apenas geraram uma carnificina muito maior, como ainda representaram o que houve de pior na história da humanidade?

Ao longo de décadas após a Segunda Guerra Mundial, pessoas têm caçado e punido os assassinos nazistas, que foram responsáveis pela chacina de cerca de 20 milhões de pessoas. Mas os atos inomináveis de Adolf Hitler empalidecem em comparação com os horrores cometidos pelos comunistas na antiga URSS, na República Popular da China e no Camboja, apenas para ficar entre os principais. 

Entre 1917 e 1987, Vladimir LêninJosef Stalin e seus sucessores assassinaram 62 milhões de pessoas do seu próprio povo.  O ponto de partida foi a Ucrânia. Normalmente é dito que o número de ucranianos mortos na fome de 1932-33 foi de cinco milhões.  De acordo com o historiador Robert Conquest, se acrescentarmos outras catástrofes ocorridas com camponeses entre 1930 e 1937, incluindo-se aí um enorme número de deportações de supostos "kulaks", o grande total é elevado para entorpecentes 14,5 milhões de mortes

Já entre 1949 e 1987, o comunismo da China, liderado por Mao Tsé-Tung e seus sucessores, assassinou ou de alguma maneira foi o responsável pela morte de 100 milhões ou mais.  
No Camboja, o Khmer Vermelho, comandado por Pol Pot, exterminou aproximadamente 3 milhões de cambojanos, em uma população de 8 milhões.

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quinta-feira, 23 de julho de 2015

A arma de fogo é a civilização - Por Major L. Caudill

Fonte: Instituto Ludwig von Mises
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

Quando estou portando uma arma, eu não o faço porque estou procurando confusão, mas sim porque quero ser deixado em paz. 

A arma em minha cintura significa que não posso ser coagido e nem violentado; posso apenas ser persuadido por meio de argumentos racionais.  Eu não porto uma arma porque tenho medo, mas sim porque ela me permite não ter medo.  A arma não limita em nada as ações daqueles que querem interagir comigo por meio de argumentos; ela limita apenas as ações daqueles que querem interagir comigo por meio da força.

A arma remove a força da equação.  E é por isso que portar uma arma é um ato civilizado. 
Uma grande civilização é aquela em que todos os cidadãos estão igualmente armados e só podem ser persuadidos, jamais coagidos.

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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Quantas divisões tem Eduardo Cunha? - Por Paulo Moura

Após se ver incriminado por um delator da operação Lava Jato, o deputado Eduardo Cunha (PMDB), presidente da Câmara dos Deputados, formalizou sua ruptura com o governo. Acompanhei a entrevista do deputado pela GloboNews, e monitorei os recados que Cunha enviou na madruga pelo Twitter. A interrogação do momento subsequente ao fato é a que […]
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segunda-feira, 20 de julho de 2015

A experiência de Portugal com a descriminalização das drogas - Por Mark Thornton

Durante o século XX, Portugal vivenciou 50 anos de ditadura.  Quando a ditadura caiu e uma democracia de esquerda foi estabelecida, em 1974, vários expatriados portugueses retornaram à Portugal vindos de suas colônias.  Obviamente, várias dessas pessoas eram dissidentes, forasteiros e párias, e muitas utilizavam drogas ilegais.

Ao longo dos vinte e cinco anos seguintes, houve um aumento explosivo no uso e no abuso de drogas, no vício, na dependência e nas overdoses.  No final, houve um aumento substantivo da AIDS e da infecção pelo vírus HIV, bem como de outras doenças relacionadas ao compartilhamento de seringas contaminadas.  No auge dessa epidemia de drogas, a taxa de uso de drogas e de infecção por HIV/AIDS em Portugal era "consideravelmente maior" do que no resto da Europa, de acordo com João Goulão, o longevo czar contra as drogas de Portugal.

Goulão foi um dos onze membros da comissão anti-drogas que formulou a lei 30/2000, a qual descriminalizou todas as drogas a partir de 1º de julho de 2001.
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Sete obras e gastos do governo brasileiro que custaram mais que a viagem a Plutão - Por Erick Vizolli,

Uma viagem rumo ao infinito com escalas em Júpiter e Plutão não custa pouco. A passagem só de ida custou US$ 700 milhões, ou R$ 2,2 bilhões — esse valor, de acordo com a NASA, inclui todo o desenvolvimento da nave, seu lançamento, monitoramento, análise de dados e divulgação da missão.

A que isso equivale?
No período entre 1º de janeiro de 2015 e a elaboração deste texto, os cidadãos brasileiros pagaram ao governo (federal, estadual e municipal) mais de R$ 1,091 trilhão  os dados são do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo.

Isso totaliza, por dia, R$ 5,369 bilhões de impostos pagos ao governo. Com essa arrecadação, se o Brasil enviasse uma nave a Plutão por dia, ainda sobrariam R$ 1,155 trilhão ao final do ano — um pouco menos que o PIB do México.

Segundo os cálculos da própria Petrobras, lançados no balanço auditado divulgado em abril de 2015, as perdas com corrupção apenas no ano de 2014 totalizaram R$ 6,194 bilhões. Com esse dinheiro daria para lançar a New Horizons, mais duas Voyager (que custaram US$ 865 milhões) e ainda sobraria 1 bilhão de reais para comprar eventuais souvenirs interplanetários.
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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Collor, as oligarquias fisiológicas e as voltas da história - Por Lucas Berlanza


A história recente brasileira registra que Fernando Collor de Mello foi eleito presidente adotando o célebre discurso da “caça aos marajás”, os funcionários públicos que se encastelavam na máquina pública para sorver os seus recursos e faturar alto. Fez um profundo investimento em imagem para superar o líder sindicalista Lula da Silva, cujo destino posterior […]
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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Estímulos governamentais empobrecem a economia - Por Peter St. Onge

Um dos principais debates econômicos atuais entre a esquerda e a direita é sobre se um aumento dos gastos do governo — principalmente na forma de estímulos — funcionam para aditivar a economia.

A esquerda diz "sim, sempre".  A direita diz "somente sob as circunstâncias corretas". 
Não é nada surpreendente constatar que tanto a esquerda quanto a direita estão completamente por fora — um aumento dos gastos governamentais é a maneira mais rápida de empobrecer uma economia.

O pecado original dos keynesianos é que eles acreditam que o gasto do governo possui um milagroso "efeito multiplicador" que enriquece a todos.  Todas as outras falácias do keynesianismo decorrem deste erro central. 
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Se o socialismo é economicamente inviável, por que ele dura tanto tempo? - Por Ryan McMaken,



Mesmo em uma economia centralmente planejada, o capital — ou seja, as riquezas existentes — não desaparece da noite para o dia.  Os planejadores soviéticos não implantaram seu regime em um deserto.  Eles não começaram do nada.  Eles tinham à sua disposição todo o capital que havia sido acumulado — durante séculos de poupança e investimento — pelos russos, ucranianos, alemães, poloneses, tchecos, húngaros e todos os outros sob seus domínios.

Sim, é verdade que não era possível para os soviéticos planejar corretamente ou determinar de maneira não-arbitrária quais bens deveriam ser produzidos.  No entanto, eles ainda assim dispunham de uma vasta quantidade de capital que havia sido acumulado ao longo de séculos pelos seus novos súditos.  E, mesmo com esse estado centralmente planejado produzindo zero de riqueza, ele ainda assim possuía uma farta quantidade de riqueza que podia ser consumida e redistribuída até ser completamente exaurida.

Isso pode ser observado de maneira ainda mais evidente em regimes que são apenas parcialmente centralizados, como é o caso da Venezuela.
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São Paulo contra Getúlio Vargas - Por Lucas Berlanza

Na batalha das ideias e das forças políticas pela democracia e pela liberdade contra a tirania insidiosa, estamos acostumados a “ocupar as trincheiras”, atacar, criticar e alvejar as mobilizações poderosas na direção contrária. Sustentamos sempre, entretanto, a necessidade de relembrar os episódios passados que cristalizam as matrizes dos nossos ideais, que consubstanciam os referenciais, sobretudo […]  Ler artigo »


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quinta-feira, 9 de julho de 2015

A pequena cripto que pode proteger indivíduo da sanha estatal - Por Jeffrey Tucker,

Fonte: Instituto Ludwig von Mises

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Nada me entristece mais do que ver algumas pessoas falando que o Bitcoin tem sido uma decepção porque sua atual taxa de câmbio em dólar (1 BTC está valendo US$ 271) ainda está menor do que o pico alcançado há 18 meses (quando 1 BTC chegou a valer US$ 1.100).  

Ora, que o Bitcoin tenha algum valor já é, por si só, algo fantástico.  Que ele tenha conseguido alcançar a paridade com o dólar é algo quase que milagroso.  E que ele hoje tenha se tornado um porto-seguro em um mundo repleto de grilhões monetários é algo nada menos que espantoso.
Mais uma vez, o Bitcoin já está empertigando suas plumas em meio às recentes notícias sobre a calamidade grega, a pressão sobre o euro, e o derretimento da bolsa de valores da China.  Antes, sempre que havia um cataclismo econômico ao redor do mundo, os investidores corriam para o ouro para proteger suas riquezas.  Porém, nos últimos 30 dias, o ouro caiu. [em dólares].  Com efeito, o atual preço do ouro (em dólares) parece estar sendo determinado quase que totalmente pelo seu uso industrial, e não como ativo monetário — uma mudança e tanto para uma commodity que, por 6.000 anos, foi a personificação da moeda forte e da proteção contra incertezas.
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Os maiores descalabros gregos que servem de lição ao mundo...... Por Manuel Llamas

Fonte: Instituto Ludwig von Mises
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Durante décadas, o aparelhamento estatal era a norma.  Quando um partido chegava ao poder, ele loteava cargos para correligionários e simpatizantes em troca de votos, doações e apoio político, aumentando de forma insustentável a máquina estatal.O hospital estatal Evagelismos, um dos principais de Atenas, por exemplo, chegou a ter 45 jardineiros para cuidar de quatro jarras de planta na sua entrada; alguns organismos públicos contavam com 50 motoristas para cada carro; um antigo Ministro da Agricultura criou uma repartição não-contabilizada que empregava 270 pessoas para digitalizar as fotografias das terras públicas gregas, sem que nenhum dos contratados possuísse experiência na área de fotografia digital, pois eram carteiros, cabeleireiros, agricultores e, em geral, filiados ao partido.

Durante a bolha, Atenas nem sequer sabia quantos empregados tinha em sua folha de pagamento.  Os sindicatos estimavam uns 700 mil, enquanto o governo falava de 800 mil.  Porém, se somarmos os contratos temporais, a cifra superou um milhão de pessoas em 2007, equivalente a 10% da população e a quase 20% da força de trabalho do país. Além de receberem dois salários extras anuais, os funcionários públicos também recebiam bônus e remunerações adicionais por coisas triviais, como chegar ao trabalho no horário certo, apresentar-se corretamente vestido, usar o computador ou falar outros idiomas. Os guardas florestais, por exemplo, recebiam um adicional por "trabalharem ao ar livre". Somando-se todos esses extras, os funcionários públicos gregos chegavam a receber, em média, mais de 70 mil euros por ano, enquanto os funcionários públicos alemães recebiam 55 mil euros anuais.
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A crise grega – menos Platão, mais Aristóteles! - Por Ricardo Vélez-Rodríguez


Em face da crise do euro, com os gregos querendo desembarcar da União Europeia, lembro-me de artigo muito pertinente escrito por meu amigo João Carlos Espada (“A Grécia e as infelizes dicotomias continentais”, jornal Público, Lisboa, 06/07) em que ele identificava um problema: não foi imaginado pelos criadores da zona do euro um mecanismo de […]
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Fonte: Instituto Liberal 

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