Mostrando postagens com marcador Filosofia - Sociologia - Política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filosofia - Sociologia - Política. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Nietzsche - Café Filosófico - Viviane Mosé - Completo

Shakespeare e a filosofia - Luiz Felipe Pondé.

Kant - O que é o Iluminismo?

Café Filosófico - Nossos medos e os fantasmas da perfeição

Provocações - Leandro Karnal (23/04/2014)

Planejamento e Estratégia para um Novo Tempo ● Leandro Karnal

O Medo à Liberdade e a Alma Humana ● Leandro Karnal [HD]

Clóvis de Barros Filho - Felicidade

A Dignidade Moral em Kant

Nietzsche e a Filosofia do Martelo - Professor Clóvis de Barros (Clipe)

6 - Tranparência e Cinismo

A ética, segundo Clóvis de Barros Filho: "somos todos canalhas"

Café Filosófico: O humano descartável – Eugênio Bucci

Café Filosófico: O retorno do sábio - A ciência do ser e as discrepância...

Leandro Karnal - " Eu só posso me ofender se eu não me conhecer"

segunda-feira, 4 de maio de 2015

UTOPIA: Thomas Morus

THOMAS MORUS: o autor e a obra Thomas Morus, forma alatinada por que é literariamente conhecido Thomas Moore, Grande Chanceler da Inglaterra, nasceu em Londres em 1478 e foi aí decapitado em 1535. Filho de um dos juizes do banco dos reis, foi aos quinze anos colocado como pagem do Cardeal Morton, Arcebispo de Cantuária. Em 1497 foi terminar seus estudos em Oxford, onde conheceu Erasmo. Fez durante três anos o curso de Legislação, ao mesmo tempo que se preparava para exercer a advocacia. Pouco depois da ascensão de Henrique VII, foi referendário e membro do Conselho Privado (1514). Acompanhou o rei da Inglaterra ao campo de Drap d'or em 1520. Após a queda do cardeal Wolsey foi nomeado Grande Chanceler (1529). Quando Henrique VIII abjurou o catolicismo, Morus, então ligado à Igreja Romana, pediu demissão do cargo (1532), descontentando com esse gesto o Rei. No ano seguinte ofendeu mortalmente Ana Bolena, recusando-se a assistir à sua coroação e a prestar fidelidade a seus descendentes. Foi condenado à prisão perpétua e ao confisco de todos os seus bens. Pouco tempo depois foi condenado à morte por crime de alta traição e decapitado em Londres em 1535. A "Utopia", sua obra mais divulgada, e que lhe deu renome universal, foi editada em Basiléia (Suíça) por Erasmo a quem Morus estava ligado por fortes laços de amizade e a quem revelava, em sua correspondência particular, a repugnância que sentia pela vida parasitária e faustosa da corte: "Não podes avaliar", escrevia-lhe, "com que aversão me encontro envolvido nesses negócios de príncipes; não há nada mais odioso que esta embaixada"... Referia-se à embaixada diplomática enviada pelo Rei da Inglaterra a Flandres afim de resolver um dissídio surgido entre este pais e o príncipe Carlos de Castela. A "Utopia" representa a primeira crítica fundamentada do regime burguês e encerra uma análise profunda das particularidades inerentes ao feudalismo em decadência.

Clique aqui para acessar