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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Aedes 7 x 1 Brasil - Ministro da Saúde acumula falas polêmicas e se desgasta

Na guerra contra o "danado" do mosquito Aedes aegypti, que "é tímido, mas gosta das extremidades", as mulheres se protegem menos que os homens, porque "ficam com as pernas de fora". "E quando usam calça, usam sandália"

As expressões acima fazem parte do repertório de observações e conselhos do atual ministro da Saúde, o médico psiquiatra e deputado federal licenciado Marcelo Castro, desgastado no governo por causa de suas declarações.

Nesta segunda-feira (25), ele gerou insatisfação novamente no Planalto ao afirmar que o Brasil estava perdendo "feio" no combate ao mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya.

"Nós estamos há três décadas com o mosquito aqui no Brasil e estamos perdendo feio a batalha para o mosquito", afirmou, ao lembrar que o país registrou recorde de casos de dengue em 2015, com mais de 1,6 milhão de casos. 

Leia a matéria completa aqui

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Crise de liderança no Brasil: diagnóstico e soluções



Neste Revista FecomercioSP, nove especialistas discutem a crise de liderança no Brasil, que tem agravado a situação econômica e vem gerando tensões na esfera política.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

'Tirei 1,5 mil brasileiros da escravidão' - Marinalva Dantas

'Já encontrei escravos até em fazendas de deputados', diz à BBC Marinalva Dantas, que atuou como fiscal do Ministério do Trabalho.


Fonte: Deutsche Welle
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

A lenta agonia da indústria brasileira - Por Téia Magalhães,


Por Téia Magalhães, no Retrato do Brasilparceiro editorial de Outras Palavras


Fonte: Outraspalavras.net

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.


No mês em que, ano passado, se iniciou a campanha eleitoral gratuita em rádio e TV para o cargo de presidente da República, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga Andrade, afirmou em palestra na Associação Comercial do Rio de Janeiro que o desempenho da indústria brasileira no segundo trimestre foi “um fracasso” e que o ano estava perdido para o setor, o qual atravessa “talvez um dos piores momentos da história”.A situação não é muito diferente da vivida nos últimos três anos. Em 2011, o setor teve crescimento da produção de 0,4%; em 2012, queda de 2,5%; e, em 2013 passado, alta de 1,2%. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq), o segmento por ela representado está ainda pior: nos primeiros cinco meses do ano passado, as vendas foram 14% menores do que no mesmo período de 2013. Números como esses reforçam a ideia de que o País passa por uma fase de desindustrialização.

O setor industrial é considerado o motor do desenvolvimento econômico pelos efeitos que exerce para a frente e para trás na cadeia produtiva, pelo potencial de elevação da produtividade, pela maior ocorrência de mudança tecnológica e sua possibilidade de difundir esse progresso a outros setores da economia. Quando a indústria de um país atinge elevado padrão de sofisticação, com a produção não só de bens de consumo, mas também de bens intermediários e bens de produção, ocorre a elevação da renda percapita, a pauta de exportações é dominada por produtos industriais de grande valor agregado e a própria estrutura produtiva passa a exigir serviços mais modernos e diversificados, aumentando seu peso relativo no PIB. Alcançado esse patamar, ocorre, então, um processo de desindustrialização da economia, que é positivo e natural.

De acordo com a definição mais amplamente aceita, a desindustrialização acontece quando tanto o emprego industrial perde importância no conjunto do mercado de trabalho quanto a produção industrial perde participação no PIB. A desindustrialização pode ocorrer, portanto, quando o emprego e o PIB estão em expansão, mas a indústria contribui em menor proporção para isso.A desindustrialização adquire caráter negativo quando ocorre de forma precoce, sem que tenha havido o pleno desenvolvimento industrial de um país. Há, então, uma reversão da pauta exportadora em direção às commodities, produtos primários ou manufaturas com baixo valor adicionado e baixo conteúdo tecnológico, algo que, segundo alguns economistas, pode ser sintoma da “doença holandesa”, numa referência ao processo de perda de competitividade da indústria da Holanda quando a subida dos preços do gás nos anos 1960 aumentou expressivamente as receitas de exportação do país, valorizando a moeda local.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Desabafo: Brasil voltou 20 anos no tempo

O presidente da fabricante de veículos Mercedes, Daimler (XE:710000), Phillipp Schieme, desabafou em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, afirmando que o Brasil perdeu previsibilidade na condução econômica, voltando 20 anos no tempo. Schieme diz que esta é a pior crise nos últimos anos no Brasil, com a indústria pressionada por todos os lados: aumento nos custos, com queda no volume e preços de venda. 

Fonte: ADVFN Brasil www.advfn.com.br

segunda-feira, 15 de junho de 2015

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Denominação evangélica que inclui gays já reúne 3 mil fiéis





Mãe de três filhos, a estudante Simone estava "ferida por tantas agressões" de relacionamentos com homens. Começou a namorar mulheres, até que aceitou o convite da futura companheira para tomar um suco no barzinho.

Na época, o pastor "falou que tinha que ser Adão e Eva, não Eva e Eva. Fiquei murcha por dentro. Não é possível que Jesus não ame a gente".

Foi à internet para achar um templo onde pudesse entrar de mãos dadas com Márcia e encontrou a Igreja Contemporânea Cristã. Os pastores Marcos Gladstone, 39, e Fábio Inácio, 35, lideram a denominação de 3.000 fiéis e nove sedes, em São Paulo, Rio e Minas. 

Leia mais: http://folha.com/no1633311

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Por qual motivo o desemprego está crescendo no Brasil? - Conexão Futura - Canal Futura




No mês passado, o número de desocupação no país subiu e a renda diminuiu, segundo o IBGE. A taxa de desemprego aumentou para 6,4%, um crescimento de 0,2% em relação a março deste ano. Você conhece alguém que perdeu o emprego recentemente? Por alguns anos, economistas diziam que o Brasil vivia a situação de pleno emprego, mas o que mudou agora? Para discutir esse assunto e tentar entender de onde vem o desemprego no Brasil, Ruy Quintans, professor de economia e finanças do IBMEC do Rio de Janeiro e Adhemar Mineiro, economista do DIESSE | Conexão Futura, 30 de abril de 2015. Apresentação: Cristiano Reckziegel

terça-feira, 19 de maio de 2015

A História do Brasil por Bóris Fausto



Série narrada pelo historiador Bóris Fausto e que, por meio de documentos e imagens de arquivo, traça um panorama político, social e econômico do País, desde os tempos coloniais até os dias atuais. A série é composta, ainda, de entrevistas com algumas personalidades que ajudaram a escrever essa história

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Para o ex-presidente Lula, as mudanças no seguro desemprego deveriam ocorrer através de acordos e não por MP


Nesta terça feira (13) o ex-presidente Lula disse que o governo federal deveria ter realizado junto aos movimentos sociais um acordo sobre a medida provisória 665, que foi aprovada pela Câmara.  Dentre as mudanças nos direitos previdenciários, destaca-se:

  • Os trabalhadores precisam ter trabalhado no minimo 12 meses nos últimos dois anos para ter direito ao seguro desemprego. 

terça-feira, 14 de abril de 2015

Lay-off traz clima de tensão e medo demissões


Diário do Grande ABC
Lay-off suspende o contrato de trabalho por um periodo de dois e cinco meses.  Esse mecanismo é previsto na legislação federal. Saiba Mais