Uma das características da sociedade atual é a intensa utilização das redes sociais. As estimativas apontam que em 2020 é provável que quase 3 bilhões de pessoas no mundo vão utilizar alguma rede social, o que significará que metade dos habitantes da Terra estarão conectados.

As mídias sociais também são utilizadas como fonte de informação para alguns usuários, o que contribui para a proliferação de fake news (notícias falsas e divulgadas sob falsas fachadas de veículos reais). Neste artigo há uma interessante matéria sobre o tema.

Na tentativa de personalizar a timeline dos usuários, os softwares das redes sociais utilizam um algoritmo que prioriza as informações de acordo com um histórico de likes, compartilhamentos e citações.

Num primeiro momento podemos considerar que isso é algo positivo, já que facilita o acesso junto ao que consideramos relevantes. Entretanto, um dos possíveis efeitos colaterais disto é deixar os usuários “presos numa bolha” de informação que apenas corrobora com os pontos de vistas e ideias já defendidos por eles.

Ao não nos expormos ao debate do contraditório, podemos criar as raízes para um diálogo fundamentalista e radical. Diante disso, devemos fugir do algoritmo buscando informações contrárias ao que acreditamos. No mínimo, não mudaremos de opinião, mas teremos argumentos mais consistentes para defender nossas posições.

 

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