Na abertura da COP23 (23ª Conferência Mundial do Clima) a Organização Meteorológica Mundial, afirmou que 2017 será um dos anos mais quentes já registrados, desde que começaram os registros no século XIX. No discurso inaugural o secretário geral da entidade disse:  “Os últimos três anos estiveram entre os três primeiros lugares em termos de registros de temperatura. Isso faz parte de uma tendência de aquecimento de longo prazo “.

E os indicadores ambientais disponíveis nos painéis da conferência, corroboram com a constatação alarmista:

  • A concentração de dióxido de carbono está em elevação;
  • Os oceanos estão se acidificando;
  • A cobertura de gelo do ártico está abaixo da média;
  • E a extensão de gelo antártico está prestes a ter uma baixa recorde;
  • Aumento da ocorrência de eventos extremo;

Entre janeiro e setembro deste ano, a temperatura média da terra ficou aproximadamente 1,1 °C acima do que foi registrado na era pré-industrial.

“Ainda não havíamos nos encontrado com um senso de urgência tão grande. Passou da hora de fecharmos as lacunas de promessas nacionais de redução de emissões, porque estamos diante de nossa última chance de manter o planeta na trilha dos objetivos que pretendemos. Já não temos o luxo do tempo. Devemos atuar agora. Aqui é onde começamos” – afirmou a secretária executiva da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), a mexicana Patrícia Espinosa.

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