O PSDB provavelmente indicará o nome do govenador de São Paulo Geraldo Alckmin, para a disputa presidencial de 2018. Ele se consolidou com o recuo do prefeito paulistano João Dória, que após intensificar viagens pelo pais não conseguiu se viabilizar nas pesquisas de intenção de voto.

A administração da prefeitura ficou marcada por decisões polêmicas, como por exemplo, a desocupação da cracolândia e a discussão sobre a adoção da farinata.
Neste momento, Dória já admite ser vice compondo uma chapa puro sangue tucana. Numa eventual campanha contra Lula e Bolsonaro, a candidatura de Alckmin que provavelmente será identificado com um discurso mais moderado e ao centro, poderá não deslanchar num ambiente intensamente polarizado.

Caberá ao judiciário definir a partição de Lula no pleito e esta decisão provavelmente definirá o futuro do PSDB. Ficar de fora do segundo turno em 2018, depois da crise de identidade que o partido sofre desde que decidiu ficar ao lado do governo Temer. E com um de seus principais líderes o senador Aécio Neves acusado
de envolvimento em corrupção, provavelmente levará o partido a repensar seu papel na política.

Ciente deste cenário, o ex – presidente Fernando Henrique criticou o governo Temer e chamou a atenção do partido num recente artigo publicado no Jornal stadão:
“Ou o PSDB desembarca do governo na convenção de dezembro e reafirma que continuará votando pelas reformas ou sua confusão com o peemedebismo dominante o tornará coadjuvante na briga sucessória”.

 

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