De acordo com a Unesco em seu Monitoramento Global da Educação, o Brasil possui 13 milhões de analfabetos e uma parte considerável dos alunos da rede pública de ensino não desenvolvem habilidades básicas nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.

Foi constatado que há um baixo incentivo para o desenvolvimento da educação profissional e um elevado percentual da taxa de evasão escolar.  A organização citou que a situação do país não é tão grave já que possuímos um plano de educação nacional, entretanto, temos sérias dificuldade de concluir as metas

A Unesco recomenda que os países invistam em torno de 4 a 6 por cento do PIB em educação. No mundo apenas um em cada   quatro países realizam investimentos nesta proporção.  O Brasil está entre os países que cumprem a meta, investindo 6 por cento do PIB em educação, o que representa 16 por cento do gasto público.

Analisando os dados do relatório é possível identificar que um dos nossos gargalos educacionais é a gestão ineficiente de recursos públicos. Não basta elaborar política quantitativa visando frases de efeito eleitoral “ este país investe X percentual do PIB em educação”

Devemos observar os que os especialistas em educação sugerem em suas intervenções, o país precisa avançar e desenvolver a qualidade da educação. Além de elaborar programas profissionalizantes e alfabetização de adultos.

Outro ponto fundamental está na participação da sociedade civil, que através da fiscalização constante sobre o poder público, fortalece o combate contra a corrupção.

 

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