Fonte: Instituto Ludwig von Mises

Este texto
foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.



“Direito” à saúde

A área da saúde pode ser — e é! — negativamente influenciada pela interferência das ideologias socialistas e, consequentemente, da intervenção estatal.  Este artigo foi escrito por quem está do lado de cá: clinicando, operando e passando por todo o tipo de dificuldades em tentar ser médico em um país onde a pérfida influência comunista, na disfarçada figura da social democracia, já lançou de forma quase que definitiva seus tentáculos.Talvez devamos iniciar com uma das frases mais ditas nos últimos 30 anos, minuciosamente pensada e formulada pela inteligentsia: “Saúde, um direito de todos”.  Tal afirmação positiva é uma grande falácia.
Aqui, vale fazer uma recordação sobre as transformações ideológicas e também sobre as palavras que perderam o sentido, e relembrarmos que “direito” se transformou em uma palavra universal nesse nosso mundo dominado por um estado forte que quer cuidar de tudo e a todos prover — ou pelo menos promete isso.É fundamental conceituar a definição de “bem”, que juridicamente significa ‘tudo aquilo que pode ser propriedade de alguém’.  Ou ainda, tudo o que é ‘útil para poder satisfazer a necessidade de alguém’.  Economicamente falando, um bem também se caracteriza pela utilidade e escassez, podendo ser assim um bem de consumo (duradouro e não-duradouro).

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