Fonte: Instituto Ludwig von Mises

Este texto
foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.
Parece que o ímpeto separatista não vai acabar tão cedo na Europa.  Este mês, segundo o The Wall Street Journal, a mais nova tentativa de secessão vem da Sardenha.  Os líderes do movimento propõem que a ilha, que se tornou parte da Itália apenas nos anos 1860, deixe de fazer parte da Itália e passe a integrar a Suíça.
É certo que os sardos terão muito trabalho em convencer os suíços a aceitá-los como o mais novo cantão suíço (embora a Sardenha tenha um litoral a oferecer, o que ajuda); entretanto, o que esse episódio ilustra, mais uma vez, é que as fronteiras nacionais desenhadas em um mapa — seguindo critérios puramente políticos, em um processo que se estendeu ao longo de mais de dois séculos — estão começando a ter suas utilidade e legitimidade questionadas.
No improvável evento de a Suíça se declarar favorável à entrada da Sardenha na sua confederação, os unionistas italianos ainda assim se oporiam à secessão em termos legais e também sentimentais.  Eles também afirmariam que a Sardenha não pode se separar porque alguns sardos querem continuar fazendo parte da Itália.  
Mas isso é relativamente fácil de ser resolvido.

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