Fonte: Instituto Ludwig
von Mises

Este texto foi retirado da fonte acima citada,
cabendo à ela os créditos pelo mesmo.
O que é tristemente irônico é que a mesma encíclica que faz declarações tão impetuosas sobre o livre mercado e seus defensores é também marcada por diversos clamores por um debate amplo e racional sobre como devemos tratar os problemas ambientais e econômicos.  
Laudato Si’ enfatiza que a Igreja não detém o monopólio da sabedoria nas questões ambientais e econômicas.  Entretanto, o uso de frases como “mercado divinizado” e “concepção mágica do mercado”; o fato de associar o relativismo moral à “mão invisível” de Adam Smith; o fato de estabelecer uma ligação cruel entre materialismo e consumismo (nenhum dos quais teve qualquer dificuldade de florescer em economias planificadas); sua incapacidade de criticar os regimes populistas de esquerda que têm trazido destruição econômica e aumento da pobreza em países como a Argentina e a Venezuela; e sua atribuição de motivos suspeitos àqueles que defendem o livre mercado vão contra a esse apelo por um debate “aberto e respeitoso”.
É verdade que, para uma parte do clero católico e de ativistas políticos, “diálogo com o mundo” significa ouvir apenas o que a esquerda política (crescentemente ateísta e anticatólica) pensa sobre qualquer assunto. Isso, todavia, não é uma justificativa para estigmatizar a posição daqueles que argumentam, de maneira clara e difícil de ser negada, que o maior e mais rápido redutor da pobreza na história humana tem sido a economia de mercado.

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